quinta-feira, 27 de julho de 2017

Rombo de R$ 56 bi no semestre em 2017: economia à beira do colapso com governo golpista

© reprodução: NBR

O governo golpista, por intermédio da Secretaria do Tesouro Nacional, anunciou ontem um rombo de 56,09 bilhões de reais no semestre nas contas públicas. Não está dando mais para esconder. A economia está indo à pique.

“Esse foi o pior resultado para o primeiro semestre desde o início da série histórica, em 1997, ou seja, em 21 anos.” (Portal Globo, 26/7).

Essa é a ponta do iceberg. Outras medidas que vinham sendo anunciadas demonstravam o total descontrole da economia gerida pelos golpistas, como, por exemplo, o aumento dos combustíveis, o “Programa de Demissão Voluntária” (PDV) da União, do governo federal, o adiamento do reajuste dos funcionários públicos federais. Tudo isso demonstra o caminha da quebra do Brasil.

Para despistar, os jornais da imprensa golpista, funcionando como “assessoria de imprensa” de Michel Temer, anunciaram, hoje 27/7, em manchete, que os juros caíram  e falaram em novo corte no futuro, referindo-se ao corte de um ponto na taxa Selic pelo Comitê de Política Econômica do Banco Central (Copom). Mas isso é só para tentar escamotear e disfarçar, já que a economia não responde, está como um paciente com morte cerebral.

Daí o desespero e a pressa para por fim  à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a condenação de Lula e possibilidade do golpe dentro do golpe, com o golpista Rodrigo Maia, do Democratas (DEM, ex-Partido da Frente Liberal – PFL -  e ALIANÇA RENOVADORA NACIONAL – ARENA, o partido da ditadura militar de 1964), presidente da Câmara dos Deputados, articulando a derrubada do golpista Michel Temer, abrem a perspectiva da escalada golpista rumo à ditadura e ao fascismo.

Rodrigo Maia, conta com o apoio do “mercado”, isto é, da burguesia, principalmente a pró-imperialista, representada pelo PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), sobretudo do capital financeiro, dos bancos, controlando o Congresso Nacional, o Judiciário e o Ministério Público (estas duas últimas instituições são elitistas, conservadoras e reacionárias, não se submetendo ao sufrágio universal, ao voto, ao povo, e ultimamente têm realizado atuação política de forma aberta, ao arrepio de suas leis orgânicas e da Constituição da República).

A consumação do golpe dentro do golpe poderá proporcionar mais ataques aos trabalhadores e à maioria oprimida nacional, pois a “plataforma” do golpista Rodrigo Maia vai mais além do que a de Michel Temer (“Uma ponte para o futuro”), pois inclui ainda, além das “Reformas Trabalhista e Previdenciária”, a tal “Reforma Tributária” e da “Segurança Pública”, o que demonstra que irá implementar a política ditada diretamente pelo imperialismo, principalmente, o norte-americano (Departamento de Estado, FBI e CIA), na mesma linha da “Operação Lava Jato”, concebida para perseguir o Partido dos Trabalhadores (PT) e os empresários nacionais (a burguesia nacional), que colaboraram com os governos de Lula e Dilma, tudo isso para implementar a terceirização, acabar com a CLT e a aposentadoria, aumentar o genocídio da população pobre e negra das periferias das cidades e massacrar ainda mais a população carcerária brasileira (700.000 presos,  4ª população carcerária do  mundo), assassinar os camponeses e exterminar povos indígenas e aumentar o trabalho escravo, enfim, escravizando e recolonizando totalmente o Brasil.

O conjunto da classe operária, para deter essa escalada golpista, precisa entrar em movimento, rompendo a paralisia imposta pelas direções reformistas e pelegas, que levam uma política de conciliação e colaboração de classes, eleitoreira e parlamentarista, que tem levado o movimento popular a um beco sem saída, aplainando o terreno para o avanço da burguesia e do imperialismo, o que levou à derrubada presidenta Dilma Rousseff do Partido dos Trabalhadores (PT).

Assim sendo, cumpre ao movimento operário e popular buscar a ação direta, convocar um Congresso de base da classe trabalhadora, com delegados eleitos nos Estados, em São Paulo ou no Rio de Janeiro, para discutir um plano de lutas contra o desemprego que atinge 14 milhões de brasileiros, como um Fundo Desemprego, com os trabalhadores empregados doando 0,5% do salário; pela redução da jornada de trabalho, sem redução de salário, para que todos trabalhem; com a escala móvel de salários, com os aumentos sendo de acordo com a inflação e ganhos reais; formação de milícias operárias e populares, a partir dos sindicatos; formação de um partido operário marxista e revolucionário; na perspectiva de uma greve geral por tempo indeterminado para a derrubada do regime golpista; rumo a um governo operário e camponês e a uma Internacional Operária e Revolucionária.

sábado, 22 de julho de 2017

Rio de Janeiro: decretado o estado de sítio permanente

O ministro renegado e golpista Raul Jungmann anunciou ontem, dia 21 de julho, que as Forças Armadas, Exército, Marinha e Aeronáutica, “vão ajudar na segurança do RJ até 2018” (Portal da Globo, 21/7).

Na verdade, nova ofensiva contra a população pobre e negra do Rio de Janeiro, rebelada em razão da falência completa do Estado fluminense, e agora com o aprofundamento da crise econômica, como demonstram os aumentos dos combustíveis.

Os golpistas faliram o Estado do Rio de Janeiro, sendo que o governador Luiz Fernando Pezão, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) sequer está pagando os vencimentos (salários) dos funcionários públicos cariocas, que se encontram atrasados.

Segundo o Portal Globo, “Os militares permanecerão nas ruas da cidade até dezembro de 2018. O ministro não informou o efetivo das tropas que participarão das ações.” Mas em seguida quase tudo fica esclarecido:

“No momento seguinte se passa para essa operação e se iniciam outras e mais outras. No caso das Forças Armadas nós não precisamos de muitos recursos de fora. Só para dar um exemplo, a Vila Militar, que é a maior unidade militar da América do Sul, tem 12 mil homens. Ou seja, só em caso de necessidade de uma macro-operação em apoio às ações policiais caso seja necessário.”

O Rio de Janeiro, desde as Olimpíadas de 2016 já vinha sendo atacado pelo Exército, que  chegou a matar populares, sendo um deles um adolescente, perpetrando inominável covardia.

Isso tudo é o resultado do golpe que destituiu a presidente Dilma Rousseff do Partido dos Trabalhadores (PT), implicando no fim da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a condenação de Lula e a perseguição sistemática aos sindicatos, às centrais sindicais e ao movimento operário e popular, que segue com a possibilidade do golpe dentro do golpe, com o golpista Rodrigo Maia, do Democratas (DEM, ex-Partido da Frente Liberal – PFL -  e ALIANÇA RENOVADORA NACIONAL – ARENA, o partido da ditadura militar de 1964), presidente da Câmara dos Deputados, articulando a derrubada do golpista Michel Temer, abrem essa perspectiva da escalada golpista rumo à ditadura e ao fascismo.

Rodrigo Maia conta com o apoio do “mercado”, isto é, da burguesia, principalmente a pró-imperialista, representada pelo PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), sobretudo do capital financeiro, dos bancos, controlando o Congresso Nacional, o Judiciário e o Ministério Público (estas duas últimas instituições são elitistas, conservadoras e reacionárias, não se submetendo ao sufrágio universal, ao voto, ao povo, e ultimamente têm realizado atuação política de forma aberta, ao arrepio de suas leis orgânicas e da  Constituição da República que na prática foi revogada pelos golpistas, com apoio do Supremo Tribunal Federal.

A consumação do golpe dentro do golpe poderá proporcionar mais ataques como estes, pois o programa de Rodrigo Maia vai mais além do que o de Michel Temer (“Uma ponte para o futuro”), pois inclui ainda, além das “Reformas Trabalhista e Previdenciária”, a tal “Reforma Tributária”, para desonerar os industriais e os banqueiros, e da “Segurança Pública”, o que demonstra que irá implementar a política ditada diretamente pelo imperialismo, principalmente, o norte-americano (Departamento de Estado, FBI e CIA), na mesma linha da “Operação Lava Jato”, concebida para perseguir o Partido dos Trabalhadores (PT) e os empresários nacionais (a burguesia nacional), que colaboraram com os governos de Lula e Dilma, tudo isso para implementar a terceirização, acabar com a CLT e a aposentadoria e as leis previdenciárias, aumentar o genocídio da população pobre e negra das periferias das cidades e massacrar ainda mais a população carcerária brasileira (700.000 presos,  4ª população carcerária do  mundo), aumentar os massacres cotidianos dos camponeses e exterminar os povos indígenas, enfim, escravizando e recolonizando o Brasil.

Romper com a política de conciliação de classes do PT e do PSOL 

O conjunto da classe operária, para deter essa escalada golpista, precisa entrar em movimento, rompendo a paralisia imposta pelas direções pequeno-burguesas reformistas e pelegas do PT e do PSOL, porque essa política eleitoreira tem levado o movimento popular a um beco sem saída, aplainando o terreno para o avanço da burguesia e do imperialismo, o que levou à derrubada presidenta Dilma Rousseff .

É preciso desmascarar Marcelo Freixo, defensor das ultra-reacionárias UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) e o PSOL, defensor da também ultra-reacionária farsa  da “Operação Lava Jato”.

Convocar um Congresso de base da classe trabalhadora 

Assim sendo, cumpre ao movimento operário e popular buscar a ação direta, convocar um Congresso de base da classe trabalhadora, com delegados eleitos nos Estados, a ser realizado em São Paulo, para discutir um plano de lutas contra o desemprego que atinge 14 milhões de brasileiros, buscando a instituição de um Fundo Desemprego, com cada trabalhador empregado doando 0,5% (meio por cento) do salário para esse Fundo; pela redução da jornada de trabalho, sem redução de salário, para que todos trabalhem; com a escala móvel de salários, com os aumentos sendo de acordo com a inflação e ganhos reais; formação de milícias operárias e populares, a partir dos sindicatos; formação de um partido operário marxista e revolucionário; na perspectiva de uma greve geral por tempo indeterminado para a derrubada do regime golpista; rumo a um governo operário e camponês e a uma Internacional Operária e Revolucionária.

domingo, 16 de julho de 2017

Brasil rumo à ditadura e ao fascismo

O fim da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a condenação de Lula e possibilidade do golpe dentro do golpe, com o golpista Rodrigo Maia, do Democratas (DEM, ex-Partido da Frente Liberal – PFL -  e ALIANÇA RENOVADORA NACIONAL – ARENA, o partido da ditadura militar de 1964), presidente da Câmara dos Deputados, articulando a derrubada do golpista Michel Temer, abrem a perspectiva da escalada golpista rumo à ditadura e ao fascismo.

Rodrigo Maia, conta com o apoio do “mercado”, isto é, da burguesia, principalmente a pró-imperialista, representada pelo PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), sobretudo do capital financeiro, dos bancos, controlando o Congresso Nacional, o Judiciário e o Ministério Público (estas duas últimas instituições são elitistas, conservadoras e reacionárias, não se submetendo ao sufrágio universal, ao voto, ao povo, e ultimamente têm realizado atuação política de forma aberta, ao arrepio de suas leis orgânicas e da Constituição da República).

A consumação do golpe dentro do golpe poderá proporcionar mais ataques aos trabalhadores e à maioria oprimida nacional, pois a “plataforma” do golpista Rodrigo Maia vai mais além do que a de Michel Temer (“Uma ponte para o futuro”), pois inclui ainda, além das “Reformas Trabalhista e Previdenciária”, a tal “Reforma Tributária” e da “Segurança Pública”, o que demonstra que irá implementar a política ditada diretamente pelo imperialismo, principalmente, o norte-americano (Departamento de Estado, FBI e CIA), na mesma linha da “Operação Lava Jato”, concebida para perseguir o Partido dos Trabalhadores (PT) e os empresários nacionais (a burguesia nacional), que colaboraram com os governos de Lula e Dilma, tudo isso para implementar a terceirização, acabar com a CLT e a aposentadoria, aumentar o genocídio da população pobre e negra das periferias das cidades e massacrar ainda mais a população carcerária brasileira (700.000 presos,  4ª população carcerária do  mundo), enfim, escravizando e recolonizando o Brasil.

O conjunto da classe operária, para deter essa escalada golpista, precisa entrar em movimento, rompendo a paralisia imposta pelas direções reformistas e pelegas, que levam uma política de conciliação e colaboração de classes, eleitoreira e parlamentarista, que tem levado o movimento popular a um beco sem saída, aplainando o terreno para o avanço da burguesia e do imperialismo, o que levou à derrubada presidenta Dilma Rousseff do Partido dos Trabalhadores (PT).

Assim sendo, cumpre ao movimento operário e popular buscar a ação direta, convocar um Congresso de base da classe trabalhadora, com delegados eleitos nos Estados, em São Paulo ou no Rio de Janeiro, para discutir um plano de lutas contra o desemprego que atinge 14 milhões de brasileiros; pela redução da jornada de trabalho, sem redução de salário, para que todos trabalhem; com a escala móvel de salários, com os aumentos sendo de acordo com a inflação e ganhos reais; formação de milícias operárias e populares, a partir dos sindicatos; formação de um partido operário marxista e revolucionário; na perspectiva de uma greve geral por tempo indeterminado para a derrubada do regime golpista; rumo a um governo operário e camponês e a uma Internacional Operária e Revolucionária.

Mais do que nunca, a alternativa é o Socialismo!

terça-feira, 11 de julho de 2017

Partido da ditadura militar poderá assumir a presidência da República

O golpista Rodrigo Maia, do Democratas (DEM), presidente da Câmara dos Deputados, está articulando a derrubada do golpista Michel Temer, do PMDB (Partido do Movimento Democrática Brasileiro). Para tanto, conta com o apoio do “mercado”, isto é, da burguesia, principalmente a pró-imperialista, representada pelo PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), sobretudo do capital financeiro, dos bancos.

Isto significa a volta ao poder do Partido da Frente Liberal (hoje DEM), partido que sucedeu a ARENA (Aliança Renovadora Nacional), o partido formado pelos militares golpistas de 1964, que defendiam os interesses do imperialismo norte-americano.

A consumação do golpe dentro do golpe poderá proporcionar mais ataques aos trabalhadores e à maioria oprimida nacional, pois a “plataforma” do golpista Rodrigo Maia vai mais além do que a de Michel Temer (“Uma ponte para o futuro”), pois inclui ainda, além das “Reformas Trabalhista e Previdenciária", a tal “Reforma Tributária” e da “Segurança Pública”, o que demonstra que irá implementar a política ditada diretamente pelo imperialismo, principalmente, o norte-americano (Departamento de Estado, FBI e CIA), na mesma linha da “Operação Lava Jato”, concebida para perseguir o Partido dos Trabalhadores (PT) e os empresários nacionais (a burguesia nacional), que colaboraram com os governos de Lula e Dilma, tudo isso para implementar a terceirização, acabar com a CLT e a aposentadoria, escravizando e recolonizando o Brasil.

Assim, o “plano” do golpista Rodrigo Maia é implementar a mesma política econômica que o militar ditador Augusto Pinochet implementou no Chile a partir de 11 de setembro de 1973, aplicando os “ensinamentos” da Escola de Economia de Chicago, desonerando a burguesia e o imperialismo de pagamento de impostos, com a aplicação de uma política “liberal”, que significou o mais brutal ataque ao proletariado chileno.

Logicamente, a política econômica de Pinochet de ataque à classe trabalhadora não deu certo. Aí os economistas, a burguesia chilena e o imperialismo norte-americano cinicamente disseram que a política econômica não deu certo por causa da ditadura. Na verdade, a política econômica só foi aplicada em razão do golpe, da ditadura, sendo que, do ponto de vista da burguesia chilena e do imperialismo norte-americano, ela foi um sucesso porque recolonizou e escravizou o Chile.

Todavia, com relação à tributação no Brasil, é importante destacar alguns pontos: aqui não se tributa dividendos e não há imposto sobre grandes fortunas (está na Constituição Federal, mas não foi regulamentado). Nos Estados Unidos, este imposto é de 20% a 40%; na Inglaterra de Margareth Tchatcher era de 38%. O imposto sobre herança no Brasil é de 3%, enquanto no Chile, paraíso neo-liberal, é de 12%. Economistas, na época em que Joaquim Levy era ministro, calcularam que se o Brasil tivesse imposto sobre grandes fortunas, taxando apenas 5%, conseguiria 90 bilhões de reais, quantia bem superior aos 18 bilhões que Levy queria retirar do sangue e suor dos trabalhadores.

Combinado com isso, o golpista Rodrigo Maia prepara uma “Reforma na Segurança Pública”,  com certeza para espalhar o estado de sítio que o Rio de Janeiro vive hoje aos demais estados da federação brasileira, o que redundará no aumento do genocídio da população pobre e negra das periferias das cidades e da população carcerária massacrada nos presídios com a política de encarceramento em massa do Poder judiciário brasileiro (o Brasil possui a 4ª população carcerária do mundo, em torno de 700.000 presos).  

Para agravar a situação política nacional, o principal partido da ditadura militar de 1964 está prestes a assumir a presidência da República, o que tende a aumentar os ataques à classe trabalhadora e a seus direitos, o que deverá levar ao colapso a política eleitoreira de “diretas já”, dos partidos e das organizações da esquerda pequeno-burguesa, democratizantes e centristas, como PT, PSOL, PSTU, MAIS, etc., porque, evidentemente, num quadro como este, como sempre dissemos, em eleições controladas sempre ganha o partido golpista, como na ditadura militar de 1964 a ARENA sempre vencia as eleições antidemocráticas e fraudadas.

Assim sendo, cumpre ao movimento operário e popular convocar um Congresso de base da classe trabalhadora, com delegados eleitos nos Estados, em São Paulo ou no Rio de Janeiro, para discutir um plano de lutas contra o desemprego que atinge 14 milhões de brasileiros; pela redução da jornada de trabalho, sem redução de salário, para que todos trabalhem; com a escala móvel de salários, com os aumentos sendo de acordo com a inflação e ganhos reais; formação de milícias operárias e populares, a partir dos sindicatos; formação de um partido operário marxista e revolucionário; na perspectiva de uma greve geral por tempo indeterminado para a derrubada do regime golpista; rumo a um governo operário e camponês e a uma Internacional Operária e Revolucionária.