quarta-feira, 23 de março de 2016

Golpistas tentam pressionar o Ministro da Justiça

O Superior Tribunal de Justiça intimou o Ministro da Justiça, Eugênio Aragão, a prestar
esclarecimentos sobre a sua entrevista ao Jornal Folha de S. Paulo, em que disse que combateria vazamentos ilegais nas investigações realizadas pela polícia federal golpista.

A entrevista de Aragão é clara, sendo certo que a atitude do STJ visa apenas intimidar ao governo federal, em mais um ataque golpista.

O poder judiciário não é um órgão neutro, porque seus membros são conservadores e reacionários, que invariavelmente defende os interesses da burguesia nacional e do imperialismo, sobretudo o norte-americano. É o único poder em que seus membros não são eleitos, não se submetem ao sufrágio universal, não se submetem ao controle do povo, os quais, tendo em vista a filosofia de Rousseau e Montesquieu, devem ser considerados usurpadores. Seus membros encontram-se espalhados pelos estados da federação, muitos notórios neo-nazistas, colocados em evidência pela mídia sensacionalista, antidemocrática e golpista.

O judiciário é o mesmo historicamente que entregou Olga Benário aos nazistas e a Hitler e que recentemente condenou os nossos companheiros do Partido dos Trabalhadores sem provas, com base na nazi-fascista “Teoria do Domínio do Fato.”, e que agora rasgou a Constituição da República, acabando com a presunção de inocência.

Como disse Ruy Barbosa, “A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer.” Por sorte esse ensinamento é apenas parcialmente verdadeiro, pois há sim para quem recorrer: ao povo.


Escutaram, golpistas?

Anita Garibaldi

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